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Depois de Leonel Brizola |
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Depois de Leonel Brizola |
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Características |
Depois de Leonel Brizola
“O processo espoliativo é o problema fundamental. Todos os demais são secundários ou conseqüências”.
Leonel Brizola, filho espiritual (tal qual Jango) de Getúlio Vargas, trazia um diálogo mantido com este, que não lhe permitiria sair da rota, como se fosse uma espécie de superego. Para ele, a Carta Testamento foi uma escola política, um objeto de devoção, um totem, um documento, um roteiro, do qual não poderia de modo algum se afastar como homem público.
Este livro trata do homem, mas com olhar especial para o legado. Ele não criou uma teoria do brizolismo. Sofreu um golpe de Estado em 1964 que o impediu de ser presidente da República a fim de atualizar as diretrizes básicas da Carta Testamento. Aprontaram-lhe o diabo para cortar seu sonho, seu desejo, sua missão, que nunca foi absolutamente passeio narcíseo ou hedonista tal qual a curtição de FHC e Lula com as galas e os gozos mundanos do poder.
O que nos deixou Leonel Brizola? O que seria diferente se ainda estivesse em ação?
Autor: Gilberto Felisberto Vasconcellos
Páginas: 76
Data de Publicação: 15/08/2008
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